quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

felicidade por uns trocados



Estava pensando em como era fácil me agradar quando eu era criança. Minha mãe voltava do centro com uma ou duas bolinhas de gude um pouco diferentes e era aquela festa. Coisa pequena e barata.
Ou então era um bala ou chicle ou sorvete seco ou pipoquinha que vinha com um brinquedo (soldadinho, bexiguinha ou mesmo bolinhas de gude). e isso também era uma festa. Dupla por sinal. Um doce e um brinquedo. Mas que puxa, como diria Charlie Brown.
Talvez eu não saiba do que as crianças de hoje em dia gostem, mas não me parece que haja esse tipo de agrado barato. Tudo parece ser tão mais caro.
Talvez na periferia ainda exista essa felicidade por uns trocados. Será?

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